Uma varanda eis surgindo desbotada numa lembrança. Dois
sentam-se ao chão. Há um cheiro no ar. É quase fúnebre. Quase, porque algo é
doce. Ah, devem ser os sorrisos disfarçando olhares tristes.
A imagem desaparece como uma fotografia sendo queimada.
Antes, porém, uma confissão. E, seguida a ela, um sentimento empático -“Isto é
lindo”- seguido por um beijo que nunca foi.
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